Equipes de fiscalização intensificaram, nesta terça-feira (28), as ações de controle sobre os combustíveis comercializados em Macaé. A operação passou por quatro postos da cidade e avaliou desde a quantidade fornecida nas bombas até a qualidade da gasolina entregue aos motoristas.
A iniciativa contou com a atuação conjunta do Procon e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que trabalharam de forma integrada para assegurar o cumprimento das normas legais. Durante as inspeções, os agentes conferiram os preços, verificaram a precisão da litragem e realizaram testes para confirmar se o combustível atende aos padrões exigidos, incluindo a proporção adequada de etanol.
O foco da ação é evitar prejuízos aos consumidores e coibir práticas irregulares que possam comprometer o desempenho dos veículos e impactar o orçamento das famílias. Quando são identificadas irregularidades, as punições podem ser rigorosas, incluindo a interdição de bombas e até o fechamento do estabelecimento.
De acordo com o secretário executivo do Procon, Celso Mussi, o trabalho conjunto amplia a eficiência da fiscalização e garante maior precisão nas análises. Já o representante da ANP, Marcelo da Silva, ressaltou que a participação da agência federal reforça o rigor das verificações, com o uso de equipamentos específicos para aferição da qualidade.
No primeiro posto inspecionado, nenhuma infração foi constatada. Ainda assim, as ações seguem dentro de um calendário permanente de fiscalização. Em todo o país, esse tipo de operação já ultrapassa 1.500 inspeções, com autuações em casos considerados graves.
A recomendação aos consumidores é clara: acompanhar o abastecimento, exigir a nota fiscal e, em caso de dúvida, solicitar o teste de volume com o galão aferidor de 20 litros, que deve estar disponível no local.
Se houver suspeita de irregularidade, o Procon orienta que a denúncia seja feita imediatamente para permitir a investigação. O órgão mantém atendimento presencial no Centro de Macaé, além de canais telefônicos e digitais para registro de reclamações.
A fiscalização contínua é essencial para garantir transparência, segurança e o respeito aos direitos dos consumidores que dependem diariamente dos combustíveis.







