A Prefeitura do Rio de Janeiro estabeleceu oficialmente os limites territoriais do Argentino, novo bairro localizado na Zona Norte da capital fluminense. A definição foi publicada por meio de um decreto no Diário Oficial do município na última quarta-feira (21). A medida estabelece quais áreas passam a integrar a nova localidade e promove uma atualização na delimitação de Brás de Pina, bairro vizinho que também fica na Zona Norte.
A criação do Argentino foi autorizada pela Lei Municipal nº 8.909, de maio de 2025. Com a publicação do Decreto nº 58.828, assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere, foram detalhadas as fronteiras do novo bairro, incluindo a identificação das ruas e avenidas que compõem seu perímetro, além de um mapa que acompanha o documento oficial.
De acordo com a descrição estabelecida pela prefeitura, o traçado territorial tem início no cruzamento da Rua Engenheiro Francelino Motta com uma linha de transmissão de energia elétrica pertencente à Light. A partir desse ponto, o limite passa pela Estrada do Quitungo, segue pela Rua do Tabor e pela Rua Francisco Mattos, até chegar novamente ao local onde o percurso começou.
O texto do decreto também esclarece quais lados das vias fazem parte do território do Argentino. Essa especificação tem como objetivo estabelecer uma divisão precisa entre o novo bairro e as localidades próximas. Nos trechos que fazem divisa com Brás de Pina, foram incorporados ao Argentino o lado direito da Avenida Schultz Wenk e os lados pares da Estrada do Quitungo e da Rua Francelino Motta.
Além de estabelecer oficialmente as fronteiras do novo bairro, a medida promoveu uma revisão da descrição territorial de Brás de Pina. Para determinar os limites atualizados da região, foram consideradas referências como a Avenida Schultz Wark, a Avenida Brasil, a Estrada do Quitungo, a Rua do Tabor e a Rua Francisco Mattos.
Entenda os efeitos da definição territorial
A oficialização dos limites representa mais uma etapa no reconhecimento administrativo do Argentino como um bairro com território próprio no município do Rio de Janeiro. A definição poderá ser utilizada como referência para futuras atualizações de mapas oficiais, cadastros da administração municipal e levantamentos estatísticos relacionados à cidade.
Apesar da mudança na organização territorial, o decreto não estabelece obras ou intervenções nas ruas da região. O documento também não determina a necessidade de alterações obrigatórias em documentos pessoais, endereços residenciais ou registros de imóveis dos moradores. Dessa forma, a medida tem como foco principal formalizar a delimitação geográfica do novo bairro e ajustar os registros territoriais da capital fluminense.








