No Rio de Janeiro, a tradicional parada cívico-militar em comemoração ao Dia da Independência percorreu um segmento da Avenida Presidente Vargas, em frente ao Palácio Duque de Caxias, que abriga a sede do Comando Militar do Leste. Mesmo com o céu nublado e a ocorrência de chuva, uma multidão de espectadores compareceu para prestigiar o evento, agitando pequenas bandeiras do Brasil ao longo de todo o trajeto.
A solenidade teve início com a revista às tropas conduzida pelos oficiais-generais das três Forças Armadas, procedimento que antecedeu a chegada do fogo simbólico da pátria. A tocha foi carregada pelo atleta Douglas Castro, praticante do pentatlo moderno, que estava acompanhado por outros desportistas integrantes das fileiras militares. O fogo foi então utilizado para acender uma pira cerimonial montada na área externa do palácio.
Na sequência, a banda do primeiro batalhão de guarda do Exército Brasileiro interpretou o Hino da Independência, seguido pela execução da Salva de Gala, em uma demonstração de respeito e tradição.
O desfile foi aberto por um grupamento de motociclistas composto por batedores dos Fuzileiros Navais, da Polícia do Exército e da Polícia da Aeronáutica. Uma unidade de cavalaria chamou a atenção ao exibir todas as versões da bandeira nacional que representaram o Brasil em diferentes períodos históricos.
Participaram da parada mais de 6 mil militares e agentes pertencentes a forças de segurança das esferas federal, estadual e municipal. Além disso, a cerimônia contou com a presença de representantes de instituições da sociedade civil, como a Cruz Vermelha e o movimento dos Escoteiros, além de outras entidades filantrópicas e escolas.
Entre os pontos de maior destaque estiveram os contingentes compostos exclusivamente por mulheres que atuam em diversos setores da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Também estiveram presentes no evento militares que compõem as missões de manutenção da paz sob a égide das Nações Unidas.
O evento mobilizou ainda mais de 180 veículos, entre os quais se incluíam tanques blindados do Exército, embarcações de características anfíbias pertencentes à Marinha, capazes de se deslocar tanto por terra quanto por água, e caminhões destinados a operações de resgate do Corpo de Bombeiros.








